Pular para o conteúdo principal

Postagens

[Vídeo] Por que o Reator de Fukushima Explodiu Mesmo Estando Desligado?

 Neste vídeo do canal Matematizei , o assunto é Fukushima — mas sem complicação. A ideia é explicar, de forma clara e acessível, o que realmente aconteceu em um dos maiores acidentes nucleares da história e por que nem mesmo um país altamente preparado conseguiu evitar o desastre. O vídeo mostra que desligar um reator não significa que tudo para imediatamente e como uma sequência de decisões difíceis, somadas a falhas no gerenciamento do risco, acabou levando ao chamado station blackout. Também fica claro por que Fukushima foi bem diferente de Chernobyl: em vez de um evento súbito, foi um colapso lento, marcado por atrasos, incertezas e processos físicos extremos. Ao longo do caminho, você vai entender o papel do zircônio, a formação de hidrogênio e por que as explosões vistas na TV não foram nucleares, mas químicas. Assista o vídeo completo no YouTube
Postagens recentes

DMBA: o atlas 3D mais detalhado já criado do cérebro de camundongos

Entender como o cérebro funciona depende, entre muitas coisas, de ter mapas detalhados que mostrem sua estrutura de forma clara e comparável entre diferentes estudos. No caso dos ratos, que são amplamente utilizados como modelos em pesquisas biomédicas e neurocientíficas, seria natural imaginar que já existisse um atlas tridimensional completo e preciso do cérebro — mas até recentemente isso não era verdade. Muitos dos atlas clássicos eram baseados em cortes bidimensionais, sofriam distorções ao remover o cérebro do crânio ou não tinham resolução suficiente para observar detalhes microscópicos relevantes. Foi exatamente essa lacuna que motivou a criação do Duke Mouse Brain Atlas (DMBA) , apresentado no artigo de Mansour e colaboradores Seu navegador não suporta a tag de vídeo HTML5. O DMBA representa um avanço significativo porque combina duas tecnologias poderosas: a ressonância magnética de alta resolução aplicada em cérebros fixados ainda dentro do crânio, evitando disto...

Do Portátil ao Photon-Counting: As Inovações Que Estão Redefinindo a Tomografia Computadorizada

A tomografia computadorizada (TC) é um dos exames de imagem mais importantes da medicina moderna, usada para investigar desde traumas até doenças complexas. Nos últimos anos, essa tecnologia tem avançado numa velocidade impressionante, trazendo melhorias que tornam os exames mais rápidos, mais precisos e até mais seguros. No editorial assinado por Cynthia H. McCollough , Masahiro Jinzaki   e Hatem Alkadhi   , publicado no British Journal of Radiology , os autores destacam como o futuro da TC já está acontecendo, impulsionado por uma série de inovações tecnológicas. Um dos primeiros avanços comentados pelos autores é a TC com dupla energia, uma técnica que existe há décadas, mas que só recentemente se tornou mais prática no dia a dia. Segundo o editorial, ela tem ganhado espaço porque permite diferenciar materiais dentro do corpo com mais precisão — como iodo, cálcio ou tipos específicos de cálculos renais — ajudando em diagnósticos de doenças vasculares, litíase e inflamações...